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terça-feira, 18 de junho de 2013

VAI TAITI!!



Ontem, ocorreu mais um daqueles momentos históricos no Futebol, que nos emociona, que marca, por menor que seja... aquele detalhe inesquecível, um gol, uma defesa!

Ontem pela Copa das Confederações, Taiti x Nigéria jogaram no estádio do Mineirão.
Todos já sabiam que a Nigéria iria vencer, talvez até golear ontem, mas a torcida era para que um feito histórico ocorresse: O gol do Taiti

Como não se emocionar ao vê-los cantando o hino, de forma completamente tocante? Realmente, foi difícil conter a emoção.

E daí que no primeiro tempo a Nigéria abriu 3-0? Grande coisa... o legal foi ver a torcida mineira vibrar a cada desarme, drible, chute da equipe taitiana, as defesas do goleiro que, mesmo com a falha no terceiro gol, redimiu-se e fez boas defesas.

Mas por todo o contexto, tudo se resume no nono minuto do segundo tempo...Quando Vahirua cobrou o escanteio da esquerda e Jonathan Tehau cabeceou na segunda trave para fazer o gol histórico.

Histórico! Emocionante! Inesquecível!

O Twitter da federação taitiana comemorou loucamente. Dizendo até que Vahirua era melhor do que o Messi... Afirmando: Somos os Campeões! Somos os Campeões!

#VAI TAITI!

Não importa o que aconteça a partir de agora, o seu objetivo já foi cumprido e muito obrigado por mais um momento mágico do futebol, nesse 2013 completamente maluco para o mundo futebolístico!

#VAITAITI!!

Ah, e o jogo terminou 6-1 para a Nigéria...E daí? 

O que importa é a história sendo feita! O gol que marcou essa competição, que marcou a história do futebol, que elevará Jonathan Tehau a um status que talvez ele nunca tenha sonhado: De ídolo nacional!

#FOITAITI e Obrigado. Os famintos por bola jamais esquecerão!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Nigéria. As águias africanas correm por fora!




Depois daquela geração histórica do futebol nigeriano que tinha: Jay Jay Okocha, Finidi George, Kanu, Taribo West, Adepoju, Babayaro, Babangida e outros... o futebol nigeriano ficou longe dos holofotes. Eliminado na primeira fase nas copas de 2002 e 2010, a seleção nigeriana chega ao Brasil para a disputa da Copa das Confederações após ser campeão da Copa Africana de Nações pela 3ª vez em sua história. 

Se hoje a seleção treinada por Stephen Keshi não chega como favorita e sim como candidata a zebra, muito mais por cair num grupo relativamente mais fácil do que o outro do que pelo seu próprio futebol, nem no continente africano a Nigéria é uma unanimidade mesmo com o título conquistado. Costa do Marfim e Gana são hoje as principais forças da África.

O ponto forte, é o conjunto, é a união do time que ficou muito forte, gerando um entrosamento fortíssimo. Um dos motivos é a disciplina criada pelo ex-capitão da seleção e atual treinador.

Vamos então aos 23 convocados por Keshi para a disputa da Copa das Confederações:

GOLEIROS:


Enyeama - Maccabi Tel-Aviv (ISR)




Hapoel Petah Tikva (ISR)




Agbim - Enugu Rangers (NIG)



LATERAIS:

Echiéjilé - Braga (POR)





Omeruo - Den Haag (HOL)




ZAGUEIROS:

Ambrose - Celtic (ESC)




Egwuekwe (Warri Wolves - NIG)




Benjamin - Heartland (NIG)




Oboabona (Sunshine Stars - NIG)




Kwambe - Sunshine Stars (NIG)



 VOLANTES:

Onazi - Lazio (ITA)




Ogude - Valerenga (NOR)



MEIAS:

Eze - Enugu Rangers (NIG)




Mba - Enugu Rangers (NIG)




Mikel - Chelsea (ING)




Ogu - Acadêmica (POR)



ATACANTES:

Akpala - Werder Bremen (ALE)



Babatunde - Krybas Kryvyi (UCR)




Gambo - Kano Pillars (NIG)





Ideye - Dínamo de Kiev (UCR)




Musa - CSKA Moscou (RUS)




Oduamadi - Varese (ITA)



Ujah - Colônia (ALE)




Técnico: Stephen Keshi




ANÁLISE:


Com as ausências importantes de Moses - meia/atacante do Chelsea - e de Emenike - atacante do Spartak Moscou e artilheiro da Copa Africana de Nações  - a seleção nigeriana tem sérias perdas no seu setor ofensivo, o que prejudicará e muito a sua trajetória na Copa das Confederações. Seu maior destaque é o meio campista Obi Mikel, do Chelsea, que diferente da sua função de volante e de cabeça de área na equipe inglesa, atua na seleção africana muito mais como um meia de ligação.

O ponto fraco é a falta de experiência internacional de alguns jogadores, sobretudo no sistema defensivo. Foi promovida uma grande renovação na seleção nigeriana, com a inclusão de vários jogadores que atuam dentro do próprio país. A falta de intercâmbio, a falta de conhecimento do que acontece no futebol internacional, pode pesar muito contra a Nigéria, nos confrontos contra Espanha e Uruguai.

Já o ponto forte, é o conjunto, o coletivo comandado pelo técnico Stephen Keshi, capitão da Nigéria nos anos 90, que foram os anos dourados para as Águias Negras, que aliás, barrou algumas 'estrelas' na Copa da África e calou os críticos, voltando pra casa com o troféu que não vinha há 19 anos, nos braços, com o destaque de mesmo sem as "estrelas", conseguir encontrar outras alternativas. 

Objetivo: Brigar com o Uruguai pela segunda vaga do seu grupo para as semifinais, já que Taiti é a seleção mais fraca e a Espanha teoricamente é a seleção mais forte.

Por: FH