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domingo, 23 de junho de 2013

Em partida "amistosa" Chicharito Hernandez brilha e México vence o Japão por 2x1



Era uma partida "amistosa dentro de uma competição", já que mexicanos e japoneses estavam eliminados da próxima fase da Copa da Confederações. 

O time da América do Norte venceu a equipe asiática em um jogo bem disputado, mas, que mostrou que ambas as equipes precisam melhorar até a Copa do Mundo (o México está jogando as eliminatórias da CONCACAF enquanto o Japão já garantiu presença aqui no Brasil em 2014.

O Japão, que teve apoio do público presente no Mineirão, partiu para cima, sempre com um toque de bola muito preciso enquanto os mexicanos, que pareciam meio assustados, atacavam em curtos contra-ataques.

A equipe japonesa apenas esbarrava na sua maior deficiência: a falta de um finalizador, já que Ryoichi Maeda, o centro-avante do time, num é dos jogadores mais técnicos ou preciso na finalização, é um jogador esforçado porém limitado. 

Porém, coube a um atacante que joga de meio campo, Shinji Okazaki, marcar o primeiro gol da partida, mal anulado pelo arbitro: aos 8 minutos, em chute de Endo, o jogador do Stuttgart desviou levemente na bola. 
O gol seria para "coroar" o bom início nipônico na partida. 

O México aos poucos foi equilibrando o jogo mas ainda sofria com o trio ofensivo japonês formado por Honda-Kagawa-Okazaki que sempre levavam muito perigo em ótimas jogadas. Keisuke Honda furou, Kagawa foi "atrapalhado" pelo bom goleiro Ochoa e Okazaki tentava abrir espaço pelo lado esquerdo. 

Eis que o "gigante do norte" acordou. Giovanni dos Santos, Chicharito e Guardado passaram a se apresentar mais para o jogo e, aos poucos, encurralar o time nipônico. Aos 39 minutos o meia do Valência recebeu ótimo cruzamento na área e, sozinho, carimbou a trave. E, zerada acabava a primeira etapa.

O México voltou muito mais ligado para segunda etapa. E logo no começo, tivemos com do "time das comidas apimentadas"...
Guardado cruzou da esquerda e Chicharito Hernandez cabeceou firme, contando com a saída errada do goleiro Kawashima, para fazer 1x0 a favor dos mexicanos. 

Chicharito comemora o seu primeiro gol no jogo!


Giovanni dos Santos, em ótima jogada pela direita, quase ampliou o placar se não fosse a boa intervenção do goleiro japonês. 

O time nipônico ficou claramente perdido em campo e demorou a se encontrar. Kagawa fez boa jogada e deu passe para Maeda, bater de canhota para fora, assustando o goleiro Ochoa. 

Eis que o treinador da seleção japonesa usou uma estratégia que jamais deu certo em sua atual equipe: sacar Maeda e por Yoshida, para ter 3 zagueiros, liberar os laterais e deixar Okazaki como centro-avante. 

Aos 20 minutos veio o castigo pelo erro: após cobrança de escanteio, Mier desviou no primeiro pau e Chicharito marcou seu segundo gol no jogo, evidenciando a fragilidade defensiva do Japão, 2x0. 

Chicharito fez o seu segundo gol no Mineirão, o terceiro na competição!


O jogo então ficou lento, chato, com o time nipônico tentando apenas diminuir o marcador enquanto os mexicanos administravam a vitória. 

Aos 40 minutos, em jogada pela direita, Kagawa cruzou e Okazaki, como um "9 típico" empurrou para o fundo das redes, diminuindo o marcador, 2x1. 

Okazaki finaliza e fez o gol de honra dos Samurais!


Ainda houve tempo para o atacante do Manchester United perder um pênalti, defendido pelo arqueiro japonês, que saltou de modo incrível para defender a cobrança. 
No rebote, o atacante mexicano acertou o travessão, para colocar emoções finais no jogo.

Ambas as seleções terminaram suas participações com um "algo a mais" para provar na Copa das Confederações, os times tem aproximadamente 1 ano para evoluírem e repararem erros evidentes, além de se aprimorarem tecnicamente.

Por: andre_s41

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Em jogo épico, eletrizante, mítico e sensacional, Itália vence o Japão e se classifica para as semifinais da Copa das Confederações

Em partida memorável, Japão e Itália protagonizaram uma das partidas de futebol mais épicas da história de todas as Copas das Confederações. Os nipônicos bem que tentaram surpreender quando abriram 2x0, mas a camisa pesou e os italianos venceram a partida por 4x3.



O time de Honda, Kagawa & Cia estava disposto a apagar a péssima imagem deixada no jogo de estréia da competição, na qual perderam para o Brasil por 3x0. 

E tal "estímulo a mais" fez com que a equipe partisse pra cima desde o início do jogo, com um toque de bola muito semelhante ao da seleção espanhola ao ser paciente e envolvente ao mesmo tempo. 
Por outro lado o time de Prandelli pouco ameaçava e parecia totalmente perdido em campo: as poucas jogadas eram bolas lançadas para o Super Mario brigar com a defesa e assim ir abrindo espaço "na marra". 

O Japão por sua vez contava com ótima atuação da sua linha de frente Kagawa-Honda-Okazaki, trio esse que arriscava muitas jogadas rápidas e alguns chutes de longe. Aproveitando dessa velocidade, o meia-atacante do Stuttgart se aproveitou de um recuo errado da defesa italiana e roubou a bola, sendo derrubado por Buffon, pênalti. 

Honda comemora com Kagawa o primeiro gol do Japão. 1-0


Honda bateu e converteu Japão 1x0. Como em um passe de mágica, o time da terra do sol nascente fez o segundo pouco depois quando Kagawa, o meia do Manchester United, aproveitou a falha de marcação da zaga italiana e acertou um lindo voleio de perna esquerda, golaço, Japão 2x0 no placar e eis que a gigante tetracampeã do mundo acordou. 

Kagawa ampliou o marcador para o Japão! 2-0


O treinador da Azzurra sacou Aquilani e colocou Giovinco em seu lugar. Pretensão? Dar mais poder ofensivo e mais velocidade a sua equipe, que até então pouco ameaçava o gol de Kawashima. 

Apesar de a torcida apoiar os samurais azuis, o time italiano diminuiu ainda no primeiro tempo quando De Rossi marcou de cabeça, 2x1. 
A partir desse lance, ainda na reta final da primeira etapa, só deu Itália, que, usando o peso da camisa, pressionou o Japão e por pouco não empatou o jogo, em bola chutada na trave. Eis que o primeiro tempo acabava com "apenas" três gols, mas ficava claro que teríamos mais para a segunda etapa.

De Rossi, de cabeça, diminuiu para a Itália! 2-1


No segundo tempo, o que se viu foi um show de reação por parte da "Squadra Azzurri". Logo no começo da etapa final, em jogada pela esquerda Giaccherini ganhou a bola de Yoshida, que foi mal no lance, e cruzou. Uchida tentou cortar e mandou contra o próprio gol, 2x2. 

Pouco depois o lance mais polêmico do jogo: a bola bateu no braço de Hasebe, involuntariamente, e o juiz assinalou pênalti (para muitos, inexistente). Balotelli partiu para a cobrança e com direito a paradinha, não desperdiçou e com isso a Azzurra virou, 3x2 para tristeza da torcida da Arena Pernambuco, que estava apoiando a seleção japonesa. 

Balotelli, de pênalti, virou o jogo para a Azzurra.


Tal apoio se intensificou ainda mais quando viram o time nipônico ir pra cima da tetracampeã do mundo como se quem estivesse com muita fome e fosse devorar um suculento sushi: muita disposição, entrega e ao mesmo tempo calma para errar o menos possível e se aproveitando do fato da seleção de Pirlo (que foi muito bem marcado, pouco apareceu) & Cia estar visivelmente mais cansada e se defendendo como podia. 

Eis que, tal esforço teve recompensa de um modo um tanto que "improvável": Endo bateu falta pra área e Okazaki, de apenas 1.72 de altura, subiu mais que toda zaga italiana e empatou o jogo, 3x3. 

Okazaki, na base da raça, empatou o jogo em 3-3.


Pouco depois os samurais tiveram a chance de virar o jogo, quando o mesmo Okazaki chutou uma bola na trave e Kagawa sozinho, com o goleiro italiano já batido, cabeceou no travessão, jogando para fora a chance de uma virada histórica. 

Sabem aquela frase muito popular entre os boleiros que diz: "quem não faz, leva?", então, aos 40 minutos do segundo tempo, tivemos a confirmação dessa frase. 

Em um lampejo de velocidade no contra-ataque, Marchisio aproveitou a ausência de marcadores japoneses e rolou pra Giovinco, a "formiga atômica" empurrar para o fundo das redes, marcar o 4° gol italiano e golpear os fortes samurais, que, após o gol, ficaram desolados em campo. 

Giovinco comemora o gol da vitória histórica sobre o Japão!


Ao final do jogo, a torcida aplaudiu o espetáculo dado pelas seleções, que agora navegam em mares diferentes: a européia busca agora brigar pelo primeiro lugar do grupo enquanto que a asiática busca vencer o México para deixar o Brasil de uma maneira mais digna.

Por: andre_s41

domingo, 16 de junho de 2013

Em grande estreia, Brasil faz ótimo jogo e vence o Japão por 3x0




Com direito a protestos antes do jogo e com direito a vaias a Dilma e Blatter, e com um gramado muito pesado e aparentemente ruim, o Brasil venceu os samurais azuis do Japão por 3x0. Neymar, Paulinho e Jô ficaram responsáveis por marcar os gols do jogo.

O jogo começou com uma surpresa pelo lado nipônico: Alberto Zaccheroni tentou surpreender o Brasil ao escalar o meia Kiyotake no time titular ao invés do centroavante Ryoichi Maeda. A intenção era claramente deixar o meio campo japonês mais rápido e forte contra o bom meio de campo verde amarelo, porém, não funcionou. Logo aos 3 minutos, Marcelo fez ótimo cruzamento para Fred, que, de peito, deu um passe preciso para Neymar, principal estrela da seleção brasileira, acertar um lindo chute e marcar um golaço, 1x0, para delírio de grande parte do público do estádio Mané Garrincha. 

A partir daí, a equipe japonesa parecia nervosa, errando muitos passes no meio de campo e praticamente nula no ataque. A seleção canarinho por sua vez marcava muito bem e contava com a velocidade de seu setor ofensivo, que sempre foi bastante perigoso. 

Hulk, bastante criticado por boa parte da torcida canarinho, quase marcou um golaço ao fazer o que sabe de melhor: cortar da direita para "dentro" e soltar uma bomba de perna esquerda, que passou muito perto do ângulo, além de Fred que obrigou o goleiro Kawashima a fazer ótima defesa em chute cruzado do atacante da seleção brasileira. 

Pelo lado japonês, se esperava muito de Kagawa, Endo e Honda, mas, apenas o terceiro teve destaque ao dar um bom arremate em cobrança de falta, levando perigo a Júlio Cesar. Outros lances perigosos foram os cruzamentos tanto pela esquerda quanto pela direita que o Brasil fazia e a zaga japonesa sempre acabava se complicando.

 Na segunda etapa, a seleção repetiu o que fez no primeiro tempo: muita velocidade, marcação pressão, boa troca de passes no meio de campo e tranquilidade para jogar. 

Tais atitudes logo geraram o segundo gol brasileiro logo no começo da segunda etapa: Após cruzamento para a área, Paulinho aproveitou a frágil marcação defensiva e chutou de "meio voleio", Kawashima foi mal pra bola e apesar de tocá-la, não evitou o segundo gol da seleção de Felipão: 2x0 no marcador. 

Com o segundo gol, o Brasil relaxou um pouco e não correu grandes riscos já que o Japão estava praticamente entregue. 
Zaccheroni tentou deixar o time um pouco mais ofensivo ao sacar Kiyotake, que visivelmente não estava bem e pôr na partida um jogador de área, o atacante Maeda. 

Com essa mudança o Japão passou a ter para quem cruzar á área, o que não tinha no primeiro tempo, e o atacante levou perigo ao aproveitar um cruzamento mal cortado e chutar sem grandes problemas para o goleiro Júlio Cesar. 
Claramente a seleção canarinho estava satisfeita com o resultado ao trocar muitos passes atrás e assim irritar o torcedor, que passou a ficar impaciente com tal "administração de resultado". 
No entanto, quando o jogo se encaminhava para o fim, Jô, que havia entrado no finalzinho da partida, aproveitou ótimo passe de Oscar, que fez bom jogo, e deu números finais a partida, ao marcar o terceiro e último gol do jogo, 3x0.


NEYMAR FOI O #FERADOJOGO!!


Com o resultado, Tio Phil precisará trabalhar um ponto em específico: evitar com que sua equipe evite relaxar muito rapidamente, já que, não dá para "dormir" em cima do resultado. 
Apesar disso, sua equipe mostrou franca evolução e provas de que sim, o Brasil está gradativamente evoluído, principalmente Neymar, o melhor do jogo. 

O Japão não ofereceu muita resistência, mas, outra seleção mais rica física e tecnicamente pode complicar o time de Scolari. Pelo lado nipônico, fica o alerta: não dá para jogar atrás, com medo e apenas esperando o resultado, além da equipe precisar de uma atuação melhor de Shinji Kagawa, o seu principal jogador.